“Ora bem, faz hoje um ano que voltei definitivamente da Europa. O que me lembrou esta data foi, estando a beber café, o pregão de um vendedor de vassouras e espanadores: “Vai vassouras! vai espanadores!” Costumo ouvi-lo outras manhãs, mas desta vez trouxe-me à memória o dia do desembarque, quando cheguei aposentado à minha terra, ao meu Catete, à minha língua. Era o mesmo que ouvi há um ano, em 1887, e talvez fosse a mesma boca.

Durante os meus trinta e tantos anos de diplomacia algumas vezes vim ao Brasil, com licença. O mais do tempo vivi fora, em várias partes, e não foi pouco. Cuidei que não acabaria de me habituar novamente a esta outra vida de cá. Pois acabei. Certamente ainda me lembram coisas e pessoas de longe, diversões, paisagens, costumes, mas não morro de saudades por nada. Aqui estou, aqui vivo, aqui morrerei.” :: Memorial de Aires, Machado.

“Paul Thomas Anderson and Quentin Tarantino are close friends and Anderson believes “Jackie Brown” represents Tarantino at his best. For Anderson, the way Tarantino scripts the relationship between Pam Grier and Robert Forster’s characters elevates “Jackie Brown” to the top of the list of Tarantino’s best movies. “It’s a film so cool and so breezy about middle aged people that feel the clock ticking,” Anderson has said of “Jackie Brown.” “It reduces me to tears. I consider Quentin a peer, but ‘Jackie Brown’ is a watermark for how to shoot and film a scene with delicacy and compassion. A beautiful film, beautifully done.” :: https://www.indiewire.com/gallery/paul-thomas-anderson-favorite-films-movies/jackie-brown-1997-4/