A House of Dynamite, 2025.

Os personagens sabem exatamente o que devem fazer, como fazer e quando, contudo não ajuda a resolver nada. Toda a informação do mundo, disponível em telas, briefings e especialistas em calls é quase inútil. O filme te segura pelo tempo que precisa, demonstrando que a cascata de decisões bad trip que iniciam com a confirmação de um ataque nuclear na realidade nem são escolhas. Um exercício filosófico, quase. Mas o filme não vai pra lá, decidindo entrar numa vibe mais novela, perdendo os dentes enquanto avança. Tudo bem, porque até lá, e ainda mais pelos segmento da Rebecca Ferguson, o filme entrega a treta e tensão do apocalipse nuclear em baita forma.