“Uma coisa me vem chamando a atenção nos últimos anos. Sempre que se conversa com um baiano de classe média ele começa, mais cedo ou mais tarde, a reclamar de Salvador. É inviável morar lá, sei lá o quê. Como ex-baiano e turista frequente, eu não vejo isso — ao contrário, vejo uma cidade que nos últimos dez anos melhorou sensivelmente. Depois de me raciocinar todo, como diz o seu melhor cronista atual, o Franciel, cheguei à conclusão de que isso é pouco mais que o mesmo desconforto dos ricos nos aviões cheios de pobres.” :: http://www.rafael.galvao.org/2021/01/retalhos-da-bahia/
“Esses dias atrás estava reavivando uns balanços do passado. Minha vida foi sempre puxada para duas coisas que definem minhas perspectivas de solução: o pessimismo e o auto isolamento. Os relacionamentos, amizades, viagens, fotografias escondidas, fugidas e festas não comparecidas. O medo incógnito, a sabotagem, a rejeição e a barganha.” :: https://spegel.co/descolando-da-viscosidade/

Domingo nada, Nay Jinknss.

Tu que me diz, Ikiru.

Passa lá em casa, Brasil Autóctone.

Sábado à noite te ligo, Thief.

Sem direção, Cyberpunk 2077.
May the oceans wash the sin from my tongue before my final bell is rung.
May the rivers rinse the blood from my hands
and I hope my momma understands.
:: https://ruffmajik.bandcamp.com/track/swine-tooth-grin
Noites solitárias, Quasimoto.

